O filme “A Odisseia” estreia nesta quinta-feira (16) nos cinemas brasileiros, dirigido por Christopher Nolan, conhecido por sucessos como “Interestelar” e “Oppenheimer”. Assim como em suas produções anteriores, a nova obra reforça um ponto em comum, o uso de tecnologia para transformar grandes histórias em experiências visuais marcantes. Inspirado no clássico de Homero, o longa acompanha a jornada de Odisseu em seu retorno à ilha de Ítaca após a Guerra de Tróia.

Em produções desse porte, a engenharia está presente desde o início. De acordo com o (Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Rio de Janeiro) CREA-RJ, cada detalhe de um filme envolve soluções tecnológicas e cálculos precisos para garantir qualidade visual e sonora. A Engenharia Civil participa da construção de cenários seguros e funcionais, muitas vezes replicando ambientes reais com alto nível de detalhe. Já a Engenharia de Segurança do Trabalho atua para proteger todos no set, prevenindo acidentes em ambientes que envolvem estruturas complexas, iluminação intensa e até explosões controladas.

No centro dessa transformação também está a Engenharia de Computação. É ela que viabiliza grande parte dos efeitos visuais que vemos nas telas. A computação gráfica, conhecida como CGI, permite criar cenários digitais, criaturas e ambientes que não existem no mundo real. Essa tecnologia é hoje a base dos filmes épicos, sendo responsável por construir universos inteiros com realismo impressionante.

Outro recurso que vem ganhando espaço é a inteligência artificial. Apesar de ainda gerar debates, seu uso tem se tornado cada vez mais comum nas produções. Segundo a BBC News Brasil, a Academia de Artes e Ciências Cinematográficas afirmou que o uso de IA não prejudica nem favorece indicações ao Oscar, mas destacou que o envolvimento humano continua sendo um critério importante. Na prática, a IA já auxilia em processos como edição, efeitos visuais e até simulações digitais.

Esse cenário mostra como a formação em Engenharia de Computação pode abrir portas em diferentes áreas, inclusive no cinema. Na FAINOR, o curso prepara profissionais com conhecimentos em hardware e software, prontos para desenvolver soluções inovadoras. Com laboratórios modernos e foco na prática, os estudantes aprendem a atuar em áreas como inteligência artificial e desenvolvimento de sistemas, competências que também dialogam com a indústria audiovisual.

Da concepção à finalização, a tecnologia é parte essencial da sétima arte. Filmes como “A Odisseia” mostram que por trás de cada cena impactante existe um trabalho técnico complexo. Nesse cenário, as engenharias são fundamentais na construção de filmes, pois impulsionam sua evolução, transformando ideias em experiências que ganham vida nas telas.

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