A estreia do Brasil na Copa do Mundo, no último sábado (13), deixou aquela sensação de que algo estava faltando em campo. E muita gente apontou o mesmo nome, Endrick. O jovem atacante da seleção acabou ficando no banco durante toda a partida contra o Marrocos, deixando a torcida com a pulga atrás da orelha.

Após o jogo, o assunto ganhou força e deixou uma dúvida no ar sobre a presença de Endrick na partida desta sexta-feira (19) contra o Haiti. Nas redes sociais, só se fala na ausência do jogador e em uma possível falta de reconhecimento por parte do técnico Carlo Ancelotti. Para muitos, Endrick merecia mais espaço, e o tema virou debate entre torcedores, com cobrança por mais oportunidades. 

Na FAINOR, a história é diferente. Aqui, reconhecer talentos faz parte da essência da instituição. A faculdade valoriza seus discentes e acredita no potencial de cada um, oferecendo um ambiente com inovação, qualidade de ensino, estrutura completa e um corpo docente qualificado. Tudo isso com base em valores como respeito à diversidade, ética, transparência, diálogo e compromisso social.

E para garantir que ninguém fique para trás, a FAINOR conta com o Seadi, Setor de Atendimento ao Discente. O setor desenvolve ações de apoio aos estudantes, com acompanhamento psicológico, orientação pedagógica, assistência social e iniciativas voltadas à inclusão e permanência. Além disso, promove projetos como a Semana de Acolhimento e atividades que ajudam no desempenho acadêmico e no bem-estar dos alunos.

No fim das contas, “ficar no banco” não é uma sensação boa, seja no futebol ou na vida. Por isso, na FAINOR, cada estudante tem espaço para mostrar seu talento, crescer e se preparar para o mercado de trabalho. Aqui, você entra em campo de verdade.

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